INSPIRAÇÃO – PARTE 2

Sim, essa semana eu só quis falar sobre esse lindo blog que não para de me inspirar, portanto hoje posto mais uma vez esse lindo texto da Clara Fagundes, não se esqueça de acessar o blog dela, ok? blogdeclara.com

VAI DAR TUDO CERTO NO FINAL
TODO BECO TEM SAÍDA

Ali no meio do caminho entre um conto de bolso, uma ode à esperança e um desabafo, escrevi esse post há algumas madrugadas em poucos minutos. É meio diferente do que vocês costumam ver no Declara, mas precisava ser escrito. E, mais do que isso, precisava estar aqui, no espaço seguro que é o blog para mim. Espero que seja para vocês também.

Esse foi o mês do meu aniversário e também o mês em que deu tudo meio errado na minha vida. De novo.

Um ano atrás, em um fevereiro também fatídico, eu me perguntava como estaria em uma semana, um mês, um semestre, um ano. O que aconteceu no fevereiro passado refletiu em todo o meu ano de 2016. Certamente, as coisas que deram errado naquele período resultaram em coisas incríveis – como trabalhar em All Things Hair e o freela de comunicação para Correios e VISA -, mas também começaram a deixar os rastros de algumas mudanças, términos e despedidas pelo caminho.

Em 2016, sinto que me tornei uma pessoa um pouco melhor do que fui em 2015, quando já era um tanto melhor do que no ano anterior. Fui mais paciente, política e aprendi a controlar um tantinho mais as minhas caras e bocas transparentes – que sempre, sempre me entregam. Também abri as portas da minha casa e as janelas da minha vida para pessoas maravilhosas. E, como é natural, as mesmas frestas que deixam entrar, deixaram sair outras pessoas (também maravilhosas).

No ano passado, eu, desapegada que sou, do alto do meu mapa com Vênus, Sol e Lua em Aquário, tive que reaprender a deixar ir. Até porque, me disseram, só é seu aquilo – ou aquele – que volta. Ou, melhor ainda, o que – ou quem – nem chega a ir.

Neste ano que mal começou e já está virando o seu terceiro mês, acabei tropeçando e caindo na mesma esquina do beco que parecia sem saída há mais ou menos 365 dias. A diferença é que, dessa vez, eu sei que não é. Não existe caminho sem volta na vida, assim como não existe outro final da linha, além da morte. Como em um daqueles famosos jogos de Escape, depende de mim encontrar a pista, a brecha, o truque para sair do meu beco escuro. Assim como provavelmente depende de você, na sua vida, sair da sua rua aparentemente sem saída.

Até lá, prometo encher de sorrisos os cantos que me restam e procurar sorrisos alheios que também me bastem. Prometo acordar todos os dias sabendo que ele será melhor do que o dia anterior – até que seja mesmo. Prometo me permitir pedir ajuda, se necessário, e também ficar sozinha o tempo que precisar. Prometo, ainda cumprir as minhas promessas para mim mesma e respeitar o meu tempo. Agora eu sei: vai dar tudo certo no final.

E você, como vai lidar com o seu beco?

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INSPIRAÇÃO

Esse texto é de autoria da minha amiga Clara Fagundes, do Blog de Clara, depois de ler esse texto que me inspira, não se esqueça de dar uma passadinha lá, ok? Vamos ao texto.

Não estava pronta para falar de amor para você. Fiquei meio sem jeito ao abrir as portas para essa palavra que agora falamos sem barreira alguma. A verdade é que ninguém pode dizer que trocamos os pés pelas mãos ou fomos rápido demais. Diariamente, já há algum tempo, fizemos – e fazemos – escolhas que nos levaram, juntos, a novas fases: de intimidade, afeto e união. E é por isso, lindo, que chegamos ao momento em que escrevo esse que é um texto sobre amor.

Queria escrever sobre a nossa habilidade de conversar horas a fio sobre “nós”: nosso futuro, nossos planos, manias, gostos. Sou a pessoa mais planejadora que conheço e talvez por isso – e pela minha comedida descrença em para sempres – sempre tenha sido uma pessoa de “eus”.

Mas você não chegou batendo a porta, riscando meus “eus” e trocando por “nós” nos meus contos de bolso. Você não chegou distribuindo pronomes possessivos e fazendo planos que não conseguiria cumprir. Você não chegou falando alto demais, cedo demais e bagunçando meus planos cuidadosamente empilhados pelo quarto cor de rosa. Você chegou com domingos aconchegantes e passeios intermináveis, olhares carinhosos e, um encontro por vez, eu me peguei trocando meus “eus” por “nós” como se fosse o processo mais natural de todos. E era.

É reconfortante saber que existe você nesse mundão de Deus e que esse você faz tanta parte do meu mundinho particular. Esse é um texto sobre amor por todos as conchinhas, as lembranças desencadeadas por memória olfativa e os sorvetes que já tomamos e tomaremos juntos – assim como os planos fitness que já furamos e ainda iremos furar.

Esse é um texto sobre amor porque, pela primeira vez, eu consigo falar em “para sempre” sem aquele cauteloso “enquanto durar”. Eu quero acreditar que estaremos juntos em um ano, dois, dez. Quero acreditar que seremos “nós” para sempre, simplesmente porque escolheremos, todos os dias, “para sempre” e não “nunca mais”.

Você já sabe. Eu cumpro as minhas promessas com a seriedade dos que levam as palavras a sério demais para serem faladas em vão. E eu prometo não dormir chateada. Prometo não deixar o orgulho ser mais forte do que o amor, prometo pensar na gente como penso em mim, na minha família, nos meus amigos. Prometo ser sua líder de torcida na vida, te mimar e te ouvir atentamente, mesmo que vez ou outra lance um “é, lindo?” com o toquezinho de condescendência que você conhece bem. E prometo que até ele será um ato de carinho.

De você, espero promessas cumpridas e validações públicas.

Pequenas surpresas, conchinhas infinitas e a certeza dos primeiros passos.

COMO CONHECI A LISA (PARTE 3)

O cinema foi bem legal, foi durante aquela comédia romântica, daquelas bem clichês que eu consegui receber um beijo da Lisa, segunda ela: “Eu mereci” rs.
A partir disso vem todo o nosso relacionamento, tudo isso que a gente vive, que a gente explana aqui, tudo isso que a gente conta para vocês e que pretende contar ainda.
Foi baseado na nossa história que eu escrevi vários poemas, várias canções, escrevi vários textos, amo você da mesma forma que eu amo as artes, da mesma forma que eu amo as expressões visuais.
Pois é, a parte 3 é bem curta pois eu acho que, pela primeira vez, não tenho muito para contar, Lisa e eu demoramos para nos unir em análise de um tempo atômico, mas nos unimos de forma muito rápida, depois de estarmos próximos, fomos atraídos como se fosse força gravitacional ou força de destino, se é que isso existe.

Sexta que vem eu estou de volta 😉
Abraços do Bask!

Na beirada do cais

Obviamente você já deve ter lido ou ouvido falar naquela frase clichê: “O barco está seguro no cais, mas não foi pra isso que ele foi desenvolvido.”
Porém, você já parou para pensar qual a grande dificuldade de uma pessoa querer desbravar o seu mar? (pois cada um possui uma realidade diferente) É o medo de afundar, o medo de não conseguir mais encontrar a superfície, encontrar a luz, encontrar o caminho de retorno para casa.
Infelizmente eu não posso escrever mais sobre isso, me falta tempo, mas quero escrever o suficiente para deixar registrado que, eu sempre estarei aqui para te ajudar a desbravar o seu mar. Posso não ser especialista na sua realidade, pois eu nem a conheço, mas eu sei as técnicas suficientes para te ajudar a não afundar.

Depois eu escrevo mais.

Beijos da Lisa 😊

Poema zero (primeira inspiração)

Oi gatinhos e gatinhas, quero compartilhar com vocês um poema do meu criador (Caio Silva), ele foi escrito do fundo de seu coração e inspirou o meu poema, que eu vou postar amanhã. Espero que gostem.

O COFRE DOS OLHOS AZUIS

Meus versos instruem como TED Talks.
Sua mente é mais protegida que o Fort Knox.
Deleito meus pensamentos em acalento.
Lhes dou a oportunidade de explodir em silêncio.

Mas Deus esculpiu seu corpo ao som da mais quente lírica.
Deu-lhe uma perspicácia e paronomásia semelhante as passagens bíblicas.

Tornou sua mente palco dos maiores segredos que já se viu.
Ah! quem me dera conhecer-te por míseros segundos, curtos como as faíscas que emanam de um pavio.

Sim moça, tu és formosa.
Sua mente delicada e harmoniosa.
Seus pensamentos carburam tão efêmeros quanto a névoa da manhã.
Enquanto me concentro em entender-te de forma tão vã.

O que escondes por trás de seus penetrantes olhos azuis?
Meus mais elaborados planos de compreender-te não passam de meros resíduos do que de produz.

O que se passa por sua cabeça?
Quais são as peças de sua fortaleza?
Será que já pairei em seus sonhos?
Será que já fui culpado por outros escombros?
O que se passa pelo seu instinto materno?
Seria sua mente tão forte quanto um castelo?

Perguntas e mais perguntas, todas me afligem e tem gosto de fel.
Somos todas moscas atraídas pelo derrame de suas gotas de mel.

Creio nunca saber o segredo para decifrar-lhe, mas a beleza de sua magnitude está nos detalhes, no entalhe.

Todavia, escrevo para viver, e sem arrependimento do que expus.
Sou grato eternamente por conhecer esse lindo cofre dos olhos azuis.

COMO EU CONHECI A LISA (PARTE 2)

Você deve ter passado essa semana imaginando algo bem clichê, certo? Pois bem, você não está muito longe da nossa realidade não. Quando falamos em como um casal se conhece, a gente logo lembra daqueles filmes de comédia romântica, algo bem clichê, ele andando de skate, ela atarefada e cheia de livros nos braços, os dois se esbarram e quando abaixam para pegar os livros dela os dois se apaixonam, como eu disse antes a verdade não está muito longe disso, sem mais delongas vou iniciar a história de como a gente se conheceu.
Cara, eu estava atrasado para aula, quando cheguei a sala já estava praticamente lotada sobrando aquele lugarzinho meio quebrado do banco solto que ninguém quer sentar e do outro lado da sala, do lado da parede na primeira fileira oposta ao professor estava a Lisa, para falar a verdade eu só fui descobrir isso no final daquela aula, quando me levantei e fui até o banheiro, vi ela logo ao lado da porta. Meu Deus como era radiante, não é nenhum desafio descrever em detalhes como ela estava naquele dia, os belos pares de olhos verdes muito bem maquiados se harmonizavam naquele rosto alvo de curvas finas, um sorriso branco de dentes muito bem alinhados, seu cabelo preso na parte frontal e solto pelos lados, sua blusa de lã com gola alta, sua calça de linho de cor escura, naquelas pernas cruzadas e um salto alto bico fino, aquele doce perfume de frutas exalando enquanto ela mordiscava a ponta do lápis e pensava no que estava desenhando, seu desenho era de uma paisagem, um pôr-do-sol em algum lugar distante da via láctea.
Naquele instante eu pensei duas coisas: Um, essa mulher é linda, mas nunca vai notar um homem como eu e Dois, ela se produziu toda para vir para a aula? Com certeza ele tem ou teve algum evento especial, mas com certeza ela não se produz para desenhar paisagens. (Tempo depois eu descobri que ela iria em um casamento, óbvio que a produção não seria para os alunos do curso de artes)
Sim, eu notei ela, porém ela não me notou e mesmo eu sabendo que minhas chances eram quase nulas de uma moça daquelas me notar eu não desisti, enfiei o medo numa sacola e fui lá me apresentar para ela depois da aula. Ela andava rodeada de amigas, seria uma missão impossível conseguir algum tipo de contato proveitoso dela naquele habitat, mas eu não tive outra escolha, você já deve imaginar que o diálogo foi horrível, né? Acertou:

~Lisa em meio suas amigas, andando nos corredores e conversando
~Chego do nada e sozinho para me apresentar
BASK: Oi, meu nome é Basquiat, mas todo mundo me chama de Bask, qual é seu nome?
LISA: De onde você saiu?
BASK: A gente estuda na mesma sala de artes.
LISA: Entendi, meu nome é Lisa.
BASK: Lisa, prazer em conhecê-la. Será que você gostaria de comer alguma coisa no refeitório, já que é intervalo mesmo, rs.
LISA: Não quero ser grosseira com minhas amigas.
BASK: Claro, você tem razão. Podemos marcar alguma coisa outra hora, me diz seu número para gente poder conversar sobre?
LISA: Sabe, Bask. Você tem atitude, é essa mesma atitude que vai fazer você me encontrar outra hora, se esse for nosso destino. Tchau.

Eu não sei vocês, mas para mim não uma boa primeira impressão. Eu sei que eu fui bem para quem “chegou do nada”, mas não obtive muito sucesso, consegui só o nome dela (e passar uma vergonha na frente das respectivas amigas) e fora isso mais nada.
Porém ela estava mais correta do que imaginava, o destino cruzou nossos caminhos uma outra vez.
O professor fez um sorteio, para os melhores e mais técnicos desenhos daquela tarefa (lembra do desenho que eu comentei que ela estava fazendo? Era dessa matéria) e como forma de incentivo, o professor daria dois ingressos pro cinema para os vencedores.
Sim, eu e a Lisa vencemos, foi nessa hora que eu tive a oportunidade da minha vida e é claro que eu não desperdicei.

~Logo após ganharmos os ingressos
BASK: Lisa, lembra o que você disse para mim sobre destino?
LISA: Sim, o que tem?
BASK: Quer uma prova mais clara? (Balanço os ingressos)
LISA: É, um cinema me parece inofensivo, ainda mais sendo de graça.

Marcamos e fomos para o cinema, mas esse primeiro encontro é uma história para outro post.

Semana que vem eu escrevo mais.

Abraços do Bask 😉

INTRODUÇÃO AO PERFECCIONISMO

Perfeccionismo, dele tem muita gente que morre, muita gente vive nele, e graças a ele muitas coisas puderam ser alcançadas ao longo dos anos.

O perfeccionismo foi o principal elemento dentro da cabeça do matemático Alan Turing para produzir sua máquina que decifraria os códigos nazistas, permitindo que os aliados vencessem a guerra, olhando por esse contexto, se Alan falhasse ou se ele cedesse a preguiça ou ao desanimo, o Nazismo teria se instalado no mundo todo.

Outro importante ponto é a história de Benjamim Franklin, quando estava no caminho para inventar a lâmpada com filamento por carbono, quando questionado sobre seus fracassos ele disse a clássica frase: “Não fracassei em descobrir o filamento por carbono, mas descobri mais de mil formas de como não o fazer”

De toda forma, não quero romantizar isso, mas devemos utilizar desse mal da insatisfação para produzir coisas miraculosas.

 

Depois eu escrevo mais.

 

Beijos da Lisa 😉